Capela Sistina: história e simbolismo

A Capela Sistina é, sem dúvidas, um dos lugares mais visitados pelos turistas que passeiam por Roma, na Itália. O lugar é de uma simbologia e imponência seculares. Localizada no Vaticano, ela foi construída entre 1477 e 1480, a mando do papa Sisto IV.

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Desde esse período, a capela serviu como um lugar tanto para religiosos, como funcionários para atividades papais. Hoje é o local onde se realiza o conclave, o processo pelo qual um novo Papa é escolhido.

O projeto arquitetônico da capela foi assinado por Botticelli e inspiração nas descrições do Templo de Salomão no Antigo Testamento. A sua forma é retangular medindo 40,93 m de longitude, 13,41 m de largura e 20,70 m de altura.

Entre as janelas estão 24 retratos de papas, pintados por Botticelli, Ghirlandaio e Fra Diamante. Na abóbada estão os famosos afrescos de Michelangelo, pintados entre 1508 e 1512. O mesmo artista realizaria entre os anos de 1535 e 1541, na parede do altar, o Juízo Final.

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Os elementos narrativos do teto da Capela Sistina procuram transmitir a ideia de que Deus fez o mundo como uma criação perfeita, e nela inseriu a humanidade, que caiu em desgraça e foi punida com a morte e com a separação do Criador. O ser humano, então, afundou ainda mais em pecado e desonra, sendo assim castigado com o Grande Dilúvio.