Pantheon: símbolo romano

O monumento em melhor estado de conservação em Roma, o Pantheon atravessou os períodos da Roma antiga, medieval, papal, renascentista, até se tornar o protagonista indiscutível da Roma capital, quando foi escolhido, pelos Reis da Itália unificada, como sacrário do novo reino.

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As dimensões do monumento são impressionantes, e a cúpula é enorme, a maior jamais construída na história: com um diâmetro de 43,44 m e igual altura. O templo é famoso por seu pórtico de oito marcantes colunas coríntias de granito, com mais oito na parte de trás, que suportam uma fachada triangular monumental. Além disso, sua principal construção é, na verdade, uma rotunda, encimada pelo que ainda hoje é o maior domo de concreto não reforçado do mundo.

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E apesar sua aparência atual dever-se à construção do imperador Adriano (séc. II d.C.), o primeiro edifício foi, na verdade, obra de Marco Agripa, cônsul romano, braço direito e genro do imperador Augusto. O Agripa resolveu construir um templo que, ao contrário dos outros, fosse um edifício sagrado público, onde cada cidadão podia assistir aos ritos. Era um templo dedicado a todas às divindades do panteão romano, por isso seu nome, que significa “de todos os deuses”.

O Pantheon fica no centro de Roma e é aberto todos os dias da semana. Como as ruas da região são muito estreitas para os ônibus passarem, a melhor forma de chegar ao Panteão é de táxi ou a pé.