A ousadia da arquitetura holandesa

Assim como a gastronomia e a história, que são verdadeiras misturas, a arquitetura de Amsterdã  não é diferente. O complexo fascinante de obras arquitetônicas reúne casas típicas do século 16 e projetos inovadores, o resultado é um patrimônio histórico arquitetônico cheio de tecnologia de ponta.

Pra quem não sabe Amsterdã é conhecida também como Veneza do Norte, pela grande quantidade de canais dentro da cidade. A cidade ainda possui obras do arquiteto holandês Berlage e do movimento Escola de Amsterdam, e os projetos inovadores no bairro comercial The Zuidas e nas Docas Leste.

É interessante visitar alguns edifícios neo-renascentistas , como a Estação Central, construído em 1889 e projetada pelos arquitetos Petrus Cuypers ( 1827-1921 ) e A. L. van Gendt (1835-1901) e o Rijksmuseum  do ano de 1885, também projetado pelo arquiteto Petrus Cuypers com um estilo eclético, que mistura elementos do gótico com elementos da arquitetura renascentista.

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O centro da capital holandesa é um dos maiores centros históricos da Europa e não sofreu muitos danos durante a 2ª Guerra Mundial, portanto muitas construções  históricas – cerca de sete mil – se preservaram. O centro consiste de 90 ilhas ligadas por 400 pontes, algumas com belíssima iluminação noturna.

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Outro destaque são as casas tortas. As construções são inclinadas para frente. Algumas pouca coisa, outras parecem que vão desabar. A explicação é que como são casas estreitas, as escadas são íngremes, logo os móveis são levados para dentro içados por um gancho, esta aí também a explicação de muitas casas terem uma roldana no topo. A inclinação da construção é proposital, visto que os móveis não se chocam com as fachadas. Verdade ou não, é que as casas estão lá há anos e não caem, prova que os arquitetos holandeses são eficazes.

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