O tormento e genialidade de Van Gogh

O Museu Van Gogh é capítulo dentro da história de Amsterdã. Inaugurado em 1973, ele possui esse nome, porque a maior parte dos quadros do pintor estão reunidos lá. A exposição, que é permanente, permite o visitante acompanhar o desenvolvimento desse que foi um dos maiores artistas da história da arte.

Vicent van Gogh apostava em cores vibrantes, trigais e paisagens fantásticas. No museu estão pinturas das fases iniciais como ‘Os Comedores de Batata’ as produções finais da vida do pintor, quanto ele estava no ápice de técnica e também da depressão. O trabalho de Van Gogh está organizado de forma cronológica em cinco períodos, cada um cada um representando uma diferente fase da sua vida e trabalho. Composto por mais de 200 pinturas e 500 desenhos de Van Gogh, além de uma coleção de gravuras japonesas que pertencia ao artista, o museu permite ainda compará-las com outras do século 19, já que o acervo possui também uma grande coleção de outros artistas impressionistas e pós-impressionistas do século XIX, como os franceses Paul Gauguin e Henri Toulouse-Lautrec, amigos pessoais de Van Gogh.

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Van Gogh não foi muito feliz em vida. Emblemático, brilhante e atormentado, ele não viu fortuna quando era vivo, apenas após a sua morte tornou-se uma das faces mais conhecidas do cenário artístico não somente da Holanda, mas do mundo!

O Museu Van Gogh  fica em uma das principais regiões culturais da Holanda, entre o Rijksmuseum e o Stedelijk Museum, ocupando dois edifícios em plena Museumplein, ambos desenhados e projetado pelo arquiteto holandês Gerrit Rietveld. O local é famoso não somente pela quantidade de obras do pintor, mas também pela excelente organização e pelo alto padrão das pesquisas realizadas sobre sua vida e sua obra. Hoje, o Museu Van Gogh costuma atrair mais de 1 milhão de visitantes por ano.